Todos procuramos desenfreadamente TER.
Ter um carro novo,...
TER a casa dos nossos sonhos...
TER o príncipe encantado...
TER um emprego perfeito...
TER um corpo bonito…
Não há nada de errado em TER sonhos, definir objetivos de vida, lutar pelo que queremos, não obstante, quando nos esquecemos de viver no permeio das nossas lutas externas, quando nos perdemos algures no caminho dessa luta desenfreada, muitas vezes esquecemo-nos quem somos de verdade. A nossa verdadeira essência.
Somos educados para ser os melhores, somos culturalmente levados a olhar para o externo – bens materiais, imagem -, e no meio do caminho, esquecemos por completo o nosso interno, que é simplesmente a base de uma vida completa, plena e realizada. Aí surge o VAZIO.
Desde tenra idade a criança vai sendo obrigada a desconectar-se como o seu EU interior, perdida, por entre uma confusão de paradigmas, conceitos e dogmas, com a única função de criarem “adultos perfeitos”, onde não há margem para diferenças. Os resultados têm-se revelado desastrosos. Adultos neuróticos com uma necessidade patológica de controlar a vida, com uma necessidade extrema de autoaceitação, acabando muitas vezes por viver a vida não como querem, não de acordo com os seus valores, mas sim com o que é socialmente aceitável. Ao viver a vida “dos outros” perdemo-nos, e devido a essa disfuncionalidade, surgem pensamentos, crenças, sentimentos, emoções e comportamentos distorcidos da realidade.
Condicionados e estimulados para o externo, assoberbados ao nível de afazeres, não encontramos tempo para parar e questionar os nossos próprios comportamentos disfuncionais, vivendo em permanente sofrimento, pois construímos um mundo totalmente desconectado da nossa própria essência, do nosso Ser. E quanto mais tempo ignoramos o nosso interior, focados somente no mundo externo, criamos padrões de pensamento, de comportamentos automatizados, que nos levam às reações automáticas. E assim, vamos repetindo esses padrões, de forma inconsciente, perpetuamos o sofrimento.
Quando atingimos determinado patamar, onde o nível de sofrimento é simplesmente insuportável, começamos a perceber que há algo mais a ser apreendido, que a vida não pode ser somente aquilo a que nos sujeitamos diariamente, em modo piloto automático. Por norma, o trabalho de Mindful Eating exige este intenso trabalho interior, pois na maior parte dos casos, a comida, a imagem, nada tem a ver com o sofrimento interior, apenas nos encontramos cegos, priorizando por toda uma vida aquilo que é secundário. A tua fome emocional revelar-te-á, em toda a sua plenitude, as questões internas que devem ser trabalhadas. É somente um sintoma, e não o problema.
É tempo de fechar os olhos e voltares-te para o teu interior. Para a autodescoberta.
Só assim nos desprogramamos de tudo aquilo que nos leva aos atos reativos e inconscientes, que formaram os padrões disfuncionais. Para erradicares a tua fome emocional é imprescindível despertares para as tuas verdadeiras necessidades, para a autotransformação, compreendendo o que te leva a reagir automaticamente, e, ao alterar esses pensamentos, recuperas o teu poder pessoal, aprendes a amar-te.
O despoletar da tua curiosidade relativamente ao Mindful Eating significa que já te encontras no caminho da procura das respostas que tanto almejas encontrar, e que já se encontram dentro do teu interior.
É o 1.º passo para recuperares a confiança nas tuas escolhas alimentares, que ficou algures perdida no decorrer da tua vida. A confiança de que necessitas para ouvires o teu corpo e tomares decisões mais conscientes e saudáveis.
Ninguém o pode fazer por ti.
Ao abraçar o mindfulness, mais especificamente o Mindful Eating, irás aprender a (re)parar, a ouvir e reconhecer aquilo que é verdadeiramente importante para viveres uma vida plena!
Podes saber mais acerca SERVIÇOS que temos para te oferecer aqui.
Contacta-nos, teremos todo o gosto em te ajudar a viver uma vida mais Mindfulness!